A meditação pode me ajudar? Estudos revelam benefícios a saúde e mentais

Quando falamos em meditação, muitas pessoas assimilam a prática com ambientes monásticos. Contudo você não precise de nada disso. “A meditação pode ser definida como uma prática em que o indivíduo faz uso de técnicas para focar sua mente em um objeto qualquer. É o pensamento ou atividade em particular, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional”. Apesar da resistência à prática, muita pessoa vem aderindo ao ato de meditação e estudos feitos vem confirmando os benefícios da meditação para a saúde física e mental das pessoas que praticam a meditação.

Um pesquisador da Universidade da Califórnia fez um estudo que foi publicado na revista Science, mostrando resultados muito interessantes sobre o ato de meditar. Estudos revelam que o estado de meditação tem uma intenção e fisiologia diferente, onde até mesmo pessoas que não tem muito tempo para fazer, conseguem atingir esse estado mental. Os batimentos cardíacos caem, a pressão arterial abaixa, onde ha uma alteração no padrão das frequências cerebrais, associada com uma resposta de relaxamento. Em outra pesquisa a Universidade de Harvard, Herbert Benson, estudou e demonstrou que quem pratica meditação regularmente, tem a habilidade de criar uma estratégia de controle do estresse e emocional. Autores afirmam que a meditação leva a um estado em que a pessoa consegue ficar em uma condição de alerta relaxado, ou seja, durante a meditação, o relaxamento não pode ir à direção do sono, e sim a um estado de consciência ou atenção em relaxamento. E é exatamente esse estado que pode contribuir para a eficiência no seu dia a dia, trabalho e saúde.

Praticar meditação, já faz parte do estilo de vida adotado por muitas pessoas, sem sombra de dúvidas, está ganhando a mente de muitos que adotam a essa prática. Mas, devemos comparar a prática da meditação com a prática de exercício físico: os benefícios se mantêm desde que a prática seja regular. A Secretária Municipal da Saúde de São Paulo integrou a práticas de diversos tipos de meditação, com a intenção de não apenas a prevenção, mas também com o intuito de principalmente promover a saúde.

Óculos digitais são testados em tratamento voltado a portadores de autismo

A área da saúde tem mais um avanço em se tratando de pessoas com autismo. Trata-se do desenvolvimento de uma prática que combina um aplicativo próprio para aparelhos de tecnologia móvel com o uso do Google Glass. A combinação das duas tecnologias foi criada com o objetivo de aprimorar a capacidade dos autistas em compreender emoções através das expressões faciais próprias das pessoas.

O avanço em questão ocorreu após uma pesquisa que contou com a participação de cientistas que atuam na Universidade Stanford, localizada nos Estados Unidos. A publicação dos resultados obtidos com o estudo, contudo, foi feita em 2 de agosto de 2018, por meio da Digital Medicine, uma revista especializada em assuntos de ordem científica.

Vale destacar que o autismo caracteriza-se por um distúrbio que ocorre no desenvolvimento de algumas pessoas, ocasionando déficits de sociabilização, além de dificuldades relativas à comunicação e o aparecimento de comportamentos considerados repetitivos.

A aplicação da técnica apresentada pelos cientistas consiste no uso do aplicativo criado, o que acaba indicando às crianças que utilizam o Google Glass, pistas acerca do que as expressões dos rostos das pessoas possam significar.

O Google Glass recebeu este nome em virtude de aparentar ser um par de óculos. Sua ligação com o smartphone ocorre através de conexão sem utilização de fios. O equipamento produzido pela gigante Google contém uma câmera que torna possível o registro do campo visual de quem o utiliza. Além disso, outras partes compõem o dispositivo, tais como um alto falante e uma tela de dimensões pequenas, proporcionando informações auditivas e visuais.

Após serem utilizados por um período de três meses, os pais dos participantes do estudo puderam perceber uma melhora significativa nas habilidades sociais de seus filhos. Isso foi comprovado pelo fato dessas crianças passarem a fazer maior contato visual com as outras pessoas, melhorando a interação com os outros indivíduos.

Para os cientistas envolvidos no estudo, os tratamentos precoces se mostram ainda mais eficazes que os ministradas tardiamente. Isso, segundo eles, ainda não faz parte da vida de muitos autistas, uma vez que somente por volta dos 18 meses é que muitas crianças são corretamente diagnosticadas com o distúrbio.

 

Saiba mais:

https://noticias.r7.com/saude/cientistas-testam-oculos-digital-em-terapia-para-criancas-com-autismo-03082018

Síndrome do Pensamento Acelerado – Por que é preciso relaxar?

A Síndrome do Pensamento Acelerado é, segundo Augusto Cury, uma alteração onde a mente fica repleta de pensamentos durante todo o tempo, dificultando a concentração e aumentando a ansiedade, causando prejuízos para a saúde física e mental.

A síndrome que já atinge cerca de 80% da população brasileira, tem sintomas bastante parecidos com os de TDAH, apesar de possuírem causas diferentes:

  • Dificuldade de concentração
  • Cansaço constante (físico e mental)
  • Falta de memória
  • Dificuldade para relaxar
  • Má qualidade do sono
  • Irritabilidade fácil
  • Dificuldade para descansar mesmo depois de uma noite de sono
  • Mudança de humor repentina
  • Insatisfação constante
  • Inquietação
  • Dor muscular
  • Dor de cabeça
  • Queda de cabelo
  • Gastrite

Estes sintomas são muito comuns em estudantes e trabalhadores que vivem sob pressão em busca de reconhecimento em sua área de estudo e trabalho.

A quantidade de informações às quais somos bombardeados diariamente via redes sociais, jornais, revistas, televisão e celulares, contribui muito para o aumento do pensamento acelerado, já que fica praticamente impossível gerir as emoções associadas a cada uma dessas informações.

O acompanhamento psicológico e psiquiátrico é extremamente importante para a recuperação da saúde física e mental do paciente, já que a síndrome não tratada pode evoluir para quadros de ansiedade e/ou depressão.

Além do tratamento com profissionais da saúde, é indicado fazer algumas mudanças na rotina, tais como: estudar ou trabalhar em um ambiente relaxante (músicas clássicas são uma boa opção); fazer atividade física; estar sempre que possível em contato com a natureza; evitar passar muito tempo conectado nas redes sociais; meditar; passar um tempo com os amigos e família, enfim, é preciso relaxar e tirar um tempo para cuidar de si mesmo e de suas emoções.

Mais sobre este assunto: Síndrome do Pensamento Acelerado