Saiba como Guilherme Paulus prestou homenagem à Fundação 25 de Janeiro

Responsável pelas ações Visite São Paulo e São Paulo Convention & Bureau, Fundação 25 de Janeiro contou com a participação de Guilherme Paulus em sua comemoração pelos 35 anos de operação. O empresário, por sua vez, decidiu participar da cerimônia com a leitura de uma carta de próprio punho, onde destaca a relevância da data para a organização.

Segundo Guilherme Paulus, os principais motivadores do sucesso longevo da empresa foram as pessoas que tomaram a iniciativa de se associar à companhia. Ele destacou que isso teria ocasionado o desenvolvimento de diversas atividades turísticas no estado de São Paulo.

O empresário foi enfático ao falar sobre os negócios firmados, bem como a captação de capitais empregados na companhia, relacionando-os com a vinda de associados para a companhia. Guilherme Palus citou os eventos nacionais e internacionais como propulsoras do fluxo turístico para São Paulo. Dentre os eventos que mais costumam atrair visitantes, o empreendedor elencou aqueles cujos temas são marketing.

A carta escrita pelo empresário tocou em pontos relacionados à formação de uma maior interação entre agentes turísticos do estado. Com este relacionamento mais próximo, ele acredita que o segmento poderá conhecer em primeira mão as principais tendências, que poderão ser prontamente utilizadas. A criação de uma espécie de calendário turístico, poderá, segundo ele, dar maior sustentação aos negócios, assim como o uso irrestrito de recursos tecnológicos.

Guilherme Paulus citou a empresa como uma das principais responsáveis por desenvolver atividades que fomentem o mercado turístico no estado. As ações da fundação, de acordo com o empresário ocorreram de forma abrangente. Dentre as áreas mais beneficiadas por isso, ele citou a de hospedagem e gastronomia.

Assim como a carta de Guilherme Paulus, outro elemento marcou uma das comemorações da empresa. Neste caso, contudo, trata-se do livro que detalha todas as fases pelas quais a fundação já passou e que foi publicado no aniversário de 30 anos da empresa. Demonstrando confiança na economia brasileira, sobretudo no que diz respeito ao turismo, o empresário concluiu sua carta dizendo que deseja à empresa uma vasta trajetória de sucesso.

A própria atuação do empreendedor no ramo de turístico ocorre há quase quatro décadas. No início de sua carreira, entretanto, a situação dos seus negócios era baseada numa estrutura simplificada de venda de pacotes turísticos. Com o passar do tempo, o empresário realizou a expansão de suas empresas, com destaque para a mais conhecida, a CVC Turismo. Se antes sua atuação consistia em vender passagens a um grupo relativamente pequeno de clientes, na atualidade a empresa conta com pontos de comercialização em todos os estados do país.

Quando já se mostrava bastante expressiva no mercado, o empresário realizou a venda da CVC Turismo. Esta, por sua vez, foi adquirida por um grupo empresarial de natureza estrangeira. Mesmo após vender quase a totalidade da empresa, ele permaneceu à frente do Conselho Administrativo da organização. Além disso, o empreendedor desenvolveu atividades em outras áreas, como a da aviação comercial, por exemplo, quando comprou e vendeu a companhia Webjet à Gol Linhas Aéreas.

O empresário foi o responsável pela criação do grupo GJP, que desenvolve projetos na área da construção civil, além de um conjunto de hotéis, com unidades em diversas cidades do país. As unidades hoteleiras em questão são divididas em bandeiras que designam o nível dos serviços prestados em cada uma delas.

Flavio Maluf: estreito e sincero em alguns mitos e verdades sobre o empreendedorismo

 

Ter um negócio para identificar-se é, de fato, na moda, devido à liberdade financeira que vem junto com ele e ser seu próprio patrão. No entanto, muitos não prosperaram devido a alguns mitos que Flavio Maluf desmistifica.

 

A introdução

 

Flavio Maluf é um magnata brasileiro que está na cúpula da Eucatex desde 29 de abril de 2005 como seu presidente. Sua destreza nos negócios fez com que ele criasse uma fusão entre sua empresa Eucatex e a Duratex, entre outros elogios, em conjunto para ampliar e consolidar a participação de mercado da Eucatex.

 

Descobrindo Fatos no Negócio

 

Flavio Maluf começa declarando que é mal informado para os empreendedores pensar que eles trabalharão menos, mas ganharão mais do que quando estiverem com salários baixos. Na verdade, um empresário não tem horário de trabalho, pois ele tem que estar disponível por toda parte.

 

Estrutura Capital

 

Ele também refuta a percepção de que é preciso muito capital para iniciar um negócio. Enquanto a sua disponibilidade é inquestionável, existem inúmeros modelos de negócios que não exigem capital pesado de iniciantes. Ligeiramente ligado é o fato de que o mercado já tem muitos investidores que precisam de idéias estelares e seus excelentes executores.

 

Inovação

 

Outro mito predominante é – só é possível iniciar um negócio após a afirmação de que a ideia é inovadora. Considerando que um empreendimento inovador pode fazer sobressair, é a capacidade de conquistar e fidelizar clientes que acabam por se destacar no mercado perfeitamente competitivo.

 

Riscos nos negócios

 

Finalmente, o pior de todos os mitos é o argumento de que se aventurar nos negócios envolve riscos. A verdade do evangelho é que os riscos são inevitáveis. De fato, um bom empreendedor assume riscos; porém, com a análise feita para minimizar o nível de risco.

 

Mais Informações

 

No entanto, é verdade que o tempo de espera para abrir um negócio no momento da aplicação varia, como 107 dias no Brasil, em comparação com 5 dias nos EUA, em média. Também é verdade que, enquanto as grandes empresas desfrutam de benefícios fiscais, a empresa média sofre um golpe.

 

O contorno

 

Em conclusão, o mago disse que possuir uma empresa é tão prestigioso, é preciso ousadia para discriminar entre mitos e verdades, e trilhar o caminho inexplorado para o sucesso empreendedor de alguém.

 

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Um pouco sobre Felipe Montoro Jens

 

A especialidade de Felipe reside principalmente em infra-estrutura . Sua experiência é melhor utilizada para encontrar soluções para o desperdício econômico e ajudar os governos estaduais a erradicar o desperdício, tornando-se mais lucrativa e financeiramente responsável. Felipe Montoro Jens é graduado pela Fundação Getúlio Vargas e pós-graduado pela Thunderbird School of Global Management (https://www.crunchbase.com/person/felipe-montoro-jens/).

 

Instituições financeiras no Brasil estão planejando mudar seus métodos de financiamento para projetos de infraestrutura em breve. Um dos bancos afetados será o Banco para Desenvolvimento Econômico e Social, comumente chamado de BNDES no Brasil. Segundo Felipe Montoro Jens, essa instituição definirá as aplicações de recursos e as qualificações de gestão para o novo programa. No passado, os bancos financiavam diretamente projetos. Hoje, eles querem criar programas que promovam contribuições de diferentes entidades. A estrutura será como um fundo de investimento. Felipe Montoro Jens disse que a instituição receberá inicialmente R $ 5 bilhões para implementar o novo programa.

 

Garantir recursos, apoiar o novo programa e atrair investidores são aspectos importantes para que as mudanças no financiamento da infraestrutura ocorram. Haverá duas opções para compras. A primeira opção dará ao BNDES a capacidade de adquirir até 30% das cotas que já existem ou estão pendentes. A segunda opção dará ao BNDES a chance de selecionar gestores para vários tipos de projetos. Alguns dos principais setores de infra-estrutura no Brasil incluem saneamento, rodovias, aeroportos e energia. Com esses fundos, a instituição pode adquirir quase 50% das cotas. Além disso, terá o benefício de trabalhar com vários parceiros e agências relacionados.

 

Felipe Montoro Jens também mencionou cotas subordinadas e disse que um participante pode adquirir até 10% de uma cota subordinada. Este tipo de quota funciona como uma demonstração da qualidade do fundo. O texto regulamentar que diz respeito a essa proposta de inclusão afirma que os gestores de fundos devem fazer o mesmo. Com essa regra, as perdas maiores serão deduzidas dos fundos das pessoas que detêm cotas subordinadas primeiro