Descubra como manter os lábios protegidos durante o verão

Ao contrário do que muitos pensam, os lábios também precisam de cuidados durante o verão, pois com a intensificação dos raios ultravioleta, também são maiores os riscos de se desenvolver tumores nessa região.

De acordo com os especialistas, os tipos de câncer mais comum que afetam os lábios podem ainda se espalhar para outras partes do corpo. E devido a falta de informação sobre o tema, esses tumores costumam ser diagnosticados apenas já em estágio avançado.

Ao ser descoberto apenas em um estágio avançado, muitas vezes se torna necessária a retirada de uma para do lábio. Desse modo, apesar dos riscos de óbito serem pequenos, as chances de deixar marcas no rosto são consideráveis.

Outro malefício da exposição desprotegida dos lábios ao sol durante o verão é o envelhecimento precoce da boca. Com a radiação, aumentam-se os riscos dos lábios ficarem mais enrugados e com a aparência pouco saudável antes do que deveriam em condições normais.

Por isso, antes de qualquer exposição ao sol, é essencial fazer uso de um protetor específico para a boca. Ao longo do dia, o ideal é reaplicar esse produto a cada duas ou três horas, sempre tendo o cuidado de passar novamente quando o protetor já estiver saindo.

Paralelamente, os dermatologistas também indicam o uso de um bom hidratante labial. Além das rachaduras, lábios muito secos também criam condições para o aparecimento dos chamados micro-organismos nocivos, que causam problemas  como a herpes  e algumas outras infecções orais.

O melhor de tudo é que, para manter os lábios hidratados, não é preciso investir em produtos muito caros. Na própria farmácia, é possível encontrar uma vasta gama de opções, sendo uma boa ideia apostar nos hidratantes que tenham vitamina C em sua composição.

Caso seja possível, é interessante pedir a opinião do dermatologista sobre uma marca ou produto específico para cada situação. Porém, no geral, fazer uso de um protetor para a região dos lábios ao longo do dia em conjunto com um hidratante labial é o suficiente para se proteger da forma correta durante o verão, que é uma das épocas que exigem mais cuidados.

Expectativa de vida vem diminuindo nos EUA e a principal causa é a overdose

Pelo segundo ano seguido, a expectativa de vida nos Estados Unidos diminuiu, algo que não acontecia desde 1962 e 1963 devido a alta crise de consumo de compostos químicos de acordo com dados de uma estátistica realizada. A média de vida no país passou de 78,7 anos em 2015 para 78,6 anos em 2016, uma queda de 0,1 ano segundo relatório do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde. O chefe do departamento de estatísticas sobre mortes, Robert Anderson, disse que isso já ocorre a dois anos consecutivos e é considerado algo que devemos se preocupar. “O fator-chave de tudo isso é o aumento de mortes por overdose de drogas”.

Em 2017, 63,6 mil pessoas morreram de overdose, uma média de 174 pessoas por dia segundo o Centro para a Prevenção e Controle da Enfermidade.

Em 2016, as mortes por overdose foram 3 vezes maiores do que as de 1999. “Temos alguns problemas e precisamos reunir forças para enfrentar isto. A overdose por drogas é uma causa de morte totalmente preventiva e precisamos fazer algo a este respeito”, ressalta Robert.

No caso dos homens, a expectativa foi de 76,1 anos, uma queda de 0,2 anos. No caso das mulheres a expectativa de vida permaneceu em 81,1 anos.

O índice de mortalidade aumentou 9,7% por ferimentos não intencionais, 1,5% por suicídio e 3,1 por Alzheimer. No caso de sete das principais causas houve queda incluindo doenças cardíacas, infarto diabetes e câncer.

No Brasil, a expectativa de vida aumentou 3 meses e 11 dias em relação a 2015 e passou de 75,5 para 75,8 anos. Em um período de 76 anos contados de 1940 a 2016 a expectativa teve um aumento total de 30 anos. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE.

Os cinco países com a maior expectativa de vida são Mônaco, Macau, Japão, Cingapura e República de San Marino e os cinco com a menor expectativa de vida são República do Chade, África do Sul, Guiné, Afeganistão e Suazilândia.

Jorge Moll Neto destaca sobre a integração entre tecnologia e medicina

Inovação e saúde são temas que estão cada vez mais integrados com o avanço contínuo da tecnologia. Nos dias de hoje, as evoluções constantes observadas na medicina moderna são resultado das vantagens que a tecnologia tem trazido para a área, reporta o Jorge Moll Neto, presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino. Na Califórnia, especialmente na região do Vale do Silício, os avanços tecnológicos não param de transbordar para o setor de saúde, trazendo benefícios inimagináveis.

Com a intenção de divulgar essa integração entre a medicina e a tecnologia, o Dr. Albert Chan, que é um dos principais executivos da Sutter Health, uma das maiores redes de assistência de saúde nos Estados Unidos, veio ao Brasil participar de encontros e rodas de debate sobre o tema.

Em solo brasileiro, o Dr. Chan debateu sobre quais são as principais tendências desse setor atualmente, concedendo também palestras que mostraram como o uso da tecnologia tem transformado o atendimento dos pacientes nos Estados Unidos, informa Jorge Moll . Um exemplo disso é o fato de que em uma simples consulta de rotina, os médicos já utilizam ferramentas, como o Google Glass, que são altamente modernas e armazenam todas as informações médicas de um paciente através de um rápido comando de voz. O Google Glass é o óculos inteligente do Google, um aparelho que desde o seu lançamento tem prometido revolucionar diversas atividades.

Entre os benefícios dessa tecnologia de ponta utilizada em vários consultórios médicos norte-americanos, está uma interação muito mais agradável e eficiente entre os pacientes e profissionais da saúde, pois os médicos conseguem se concentrar melhor no problema dos pacientes com o auxílio de ferramentas como essa, que economizam tempo hábil.

Outra vantagem muito importante é a melhoria na profundidade dos diagnósticos médicos, destaca o neurologista Jorge Moll Neto. Após as consultas, o conjunto de informações coletadas são estruturadas de forma organizada com o auxílio da tecnologia, o que permite uma revisão mais eficiente do especialista e melhora a experiência dos pacientes em todo esse processo.

Além disso, tanto nos Estados Unidos como também em várias partes do mundo, incluindo o Brasil, os smartphones e gadgets demonstram que estão cada vez mais integrados à medicina, reporta Jorge Moll Neto. Atualmente, os pacientes já podem encontrar aplicativos que armazenam diversas informações do seu histórico médico, os quais permitem ainda o agendamento de consultas em somente alguns instantes, poupando os pacientes de terem que utilizar o telefone e gastarem vários minutos com os “call centers”.

Essas iniciativas certamente estarão cada vez mais presentes no futuro da medicina, e por isso, espera-se que os vários segmentos de saúde do Brasil, com destaque para as redes de hospitais, empreendedores do meio, investidores, startups e as instituições públicas e privadas de ensino, possam colaborar de modo crescente para que esse avanço aconteça o mais rápido possível em todo o país. Nesse caso, um dos métodos mais velozes são as parcerias, as quais demonstram o potencial de acelerar esse processo, finaliza o neurologista Jorge Moll Neto.

 

Estudo diz que mau hálito também está relacionado a herança genética

Ter uma boa higiene bucal nem sempre é o suficiente para quem tem mau hálito. Isso porque a halitose, nome médico dado para o problema de mau hálito, pode estar relacionado com uma série de fatores como diabetes, infecções no esôfago e estômago, e até mesmo hereditariedade.

A sugestão de um novo estudo relacionado ao mau hálito é de que a herança familiar tenha um grande papel na presença do mau hálito em um indivíduo. Publicado pelo Nature Genetics, o estudo revela que o problema de mau hálito vai além das escovações ruins e das doenças causadoras desse problema. A explicação para alguns casos pode estar relacionada com uma mutação genética capaz de criar substâncias através de uma proteína, caracterizando o mau hálito.

Para identificar essa associação, os cientistas realizaram análises em amostras de boca, sangue e urina de cinco indivíduos que apresentavam o incômodo do mau hálito. Cada um dos voluntários vinha de um grupo de três famílias distintas, sendo elas: portuguesa, holandesa e alemã. Todos esses participantes apresentaram a mutação no gene capaz de produzir a proteína SELENBP1, responsável pelo mau hálito.

Os pesquisadores explicaram no estudo que a proteína característica do mau hálito possui a função de quebrar o chamado metanotiol, que é o composto químico que causa maus odores. Contudo, os indivíduos que apresentam uma mutação no gene não conseguem quebrar essa substância, causando assim o mau hálito.

O co-autor do estudo, Huub Op den Camp of Radboud, disse sobre o estudo: “Dá para sentir uma amostra do cheiro do metanotiol em flatulências humanas ou em um pedaço de queijo francês”.

Dentre as amostras dos pacientes analisados pelos pesquisadores, apenas uma delas apresentou a mutação de origem materna, o que significa que todos os outros quatro pacientes adquiriram a mutação através de uma herança do pai.

Segundo os pesquisadores, essa mutação ocorre mais frequentemente nas pessoas do que de fato parece. Eles estimam que a cada 90 mil pessoas em todo o mundo, 1 pode ter a mutação genética do mau hálito.

Novos estudos sobre essa mutação deverão ser realizados para identificar tratamentos e até mesmo uma possível correção para o problema.

 

Não foi liberado nenhum valor em 2017 para as políticas antitabagista no Brasil

Após ter passado um ano sobre a conferência global voltada ao combate do tabagismo em todo o mundo, que teve como objetivo recomendar aos países membros apoio com informações e verbas financeiras para combater o tabagismo, o Brasil, que hoje é considerado o segundo maior produtor de tabaco em todo o mundo, não investiu novos recursos para aplicar em políticas determinadas nesta última conferência. A última chamada pública que elaborou a assistência técnica com extensão ao plantio do tabaco, que aconteceu em 2013, só foi concluída este ano.

A continuação deste trabalho envolvendo mais de 11 mil famílias situadas no Sul do Brasil, depende diretamente de verbas vindas do governo federal, somente prevista para 2018. Enquanto isso, os produtores de tabaco correm atrás de recursos vindo de iniciativas estaduais e municipais.

O programa nacional que traz a diversificação deste propósito teve início em 2005, na época que o país ratificou a Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco, um tratado realizado pela OMS – Organização Mundial da Saúde – que agregou 192 países contando com o Brasil. Desde então, já foram implantadas duas chamadas públicas direcionadas à assistência técnica, uma em 2011 e outra em 2013, onde foram aplicados mais de R$ 60 milhões. Uma nova assistência deveria ser aplicada em 2017, mas foi adiada para o ano que vem.

Torna-se impossível manter esse compromisso diante da falta de recursos financeiros. Este ano, não foram investidos nenhum centavo na promoção dos programas relacionados com diversificação das políticas antitabagismo. Também era aguardado para este ano a injeção de R$ 800 mil para projetos de experimentação e pesquisas científicas ligadas a produção de tabaco no Sul do Brasil. Ficou determinado que a Anater – Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – será a responsável pela administração deste valor investido, porém, o edital não foi publicado este ano.

Foram aprovados documentos na 7ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco realizado na Índia no mês de novembro de 2016, recomendando que os governos dos países membros investissem em recursos para projetos pilotos, considerando não somente aspectos de saúde pública, mas enfatizando questões sociais e ambientais relacionadas diretamente com a produção do tabaco e a comercialização dos produtos derivados.

Estudo revela que comportamento sedentário não aumenta o peso

Um novo estudo publicado pelo “Sports Medicine” revelou que não há comprovação científica que ligue o ganho de peso com o fato de passar muitas horas sentado todos os dias. O estudo ainda revelou que não importa o local, pode ser no sofá da casa enquanto assiste TV ou ainda no escritório, o fato de ficar sentado não provoca o aumento do peso, mas pode causar outros problemas a saúde. No caso do sedentarismo, ficar sentado várias horas por dia não tem nenhuma relação com a doença, segundo o estudo.

O estudo foi realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Otago, localizada na Nova Zelândia. Ao todo, a equipe foi responsável por revisar uma série de 23 estudos que buscavam relacionar a postura corporal com o aumento do peso ou ainda com um aumento no risco de obesidade para pessoas na fase adulta. Os dados analisados nos estudos levaram em consideração os hábitos de exercícios físicos dos participantes, hábitos alimentares, e outros fatores de risco para o ganho de peso.

Os pesquisadores revelaram que os estudos revisados apontaram para uma pequena, pouco significativa e inconsistente associação entre o fato de ficar sentado por muitas horas com o ganho de peso. O que para os pesquisadores, significa que o comportamento sedentário não tem uma associação com consistência significativa para se afirmar que ser sedentário aumenta o risco de obesidade.

Contudo, os pesquisadores revelaram que os estudos de fato comprovaram que pessoas sedentárias possuem um aumento de 0,02 milímetro de circunferência em relação a cada hora que passa sentado, caso ele tenha a mesma rotina durante cinco anos. Sendo assim, o fato foi considerado insignificante para os pesquisadores.

No entanto, os pesquisadores avaliaram que há outros riscos à saúde relacionados com o hábito de passar muitas horas diárias sentado. A autora principal do estudo, Meredith Peddie, disse: “Os resultados mostram que os efeitos nocivos desse comportamento provavelmente não são causados pelo aumento de peso em si, mas por outros indicadores”.

Os pesquisadores ainda revelaram que os dados indicaram um aumento dos níveis de triglicerídeos e de glicose no sangue daqueles participantes que passavam várias horas por dia sentados. Sendo assim, a conclusão é de que o hábito sedentário não contribui para o aumento de peso, mas causa tantos problemas à saúde quanto a obesidade em si.

Gengibre: benefícios que você não conhecia e precisa saber logo

Muitos o conhecem como uma raiz. Na verdade o gengibre é um tipo de caule. Bastante usado desde a Idade Média, já foi considerado uma planta de altíssimo valor. Só por curiosidade, aproximadamente 450 gramas tinha o mesmo valor que o de uma ovelha.

Com propriedades terapêuticas e também usado como condimento, o gengibre tem inúmeros benefícios. É também versátil, podendo ser usado nos preparos de arroz, peixes, biscoitos, chás e cervejas.

Então vamos conhecer alguns de seus benefícios?

É um termogênico natural

Auxilia na aceleração do metabolismo e na queima da gordura corporal. Assim como todo produto do genro, não faz milagre sozinho. Mas associado a boas práticas alimentares e exercícios físicos é uma ótima tática. Você pode fazer um chá: ferva um copo de água com um pouco de gengibre ralado. Desligue a água quando a fervura começar e deixe tampado em infusão por alguns minutos antes de tomar.

É um ótimo antigases

Nada de remédios industrializados. O gengibre fornece enzimas proteolíticas que ajudam na digestão. Com isso alivia os incômodos das dores abdominais e do inchaço provocado pelos gases. Pode ser consumido como chá também. Uma boa opção para gestantes e lactantes, que possuem restrições ao uso de medicamentos.

Auxilia na prevenção e no tratamento de dores de garganta e resfriados

Ele contém uma substância chamada gingerol, que é um antioxidante e anti-inflamatório. Assim é uma alternativa mais natural para tratar tais doenças. O consumo diário também previne suas manifestações. Uma sugestão de consumo é em sucos.

É um anticoagulante

Evita a formação de trombos sanguíneos. É um bom aliado para pessoas que possuem problemas circulatórios. Associado a uma caminhada diária, seu efeito é ainda maior.

Gastronomia

O gengibre também dá um sabor especial a inúmeras receitas. A lista de alternativas é grande e vale a pena testar algumas para você sentir o poder especial que ele proporciona a cada uma.

Compartilhe aqui nos comentários a forma que você utiliza essa erva mágica para inspirar outras pessoas.

 

Novo estudo aponta remissão completa da leucemia com terapia genética

Um estudo publicado pela revista Nature Medicine mostra que os pacientes com a doença resistem ao tratamento, incluindo os que já fizeram terapia genética recentemente, podem realizar uma nova estratégia de modificação de genes para combater o câncer. A melhora completa foi atingida em 73% dos casos com o novo estudo.

O método funciona quando as células de defesa são retiradas do organismo do paciente doente e alteradas geneticamente para fazer o reconhecimento do tumor e aí elas são colocadas novamente no organismo na expectativa de que o corpo reconheça as células cancerígenas.

Apesar de parecer simples, os cientistas estão tentando diversas variações na prática desse mecanismo para combater o câncer.

A pesquisa testa mecanismos de defesa diferentes, como as células de defesa T modificadas para atingir a nova estrutura presentes na células malignas e o antígeno CD 22. Esse antígeno é uma estrutura das células doentes que deflagra a imunidade. A célula imune fica presa a estrutura e destrói as células doentes. Das terapias genéticas em andamento a mais comum é o antígeno CD 19, porém o estudo da Nature utilizou a CD 22.

O problema de alguns tratamentos com a estrutura CD 19, segundo o estudo, é que há perda da estrutura do tumor ao longo do tempo, sendo essa uma das causas mais comuns da resistência do tratamento. Então a pesquisa foi realizada com o CD 22, que geralmente é utilizado após a perda do CD 19.

O estudo foi feito em 22 crianças e adultos, sendo 17 já tratados previamente com a imunoterapia CD 19, através de teste com o CART CD 22, nome dado a nova terapia. Em 73% dos casos houve remissão completa dos pacientes, sendo que 5 deles foram previamente testados com a CD 19.

Essa pesquisa é a primeira a estabelecer uma atividade clínica de terapias com a direção do antígeno CD 22. Mostrar outras opções, até mesmo aos pacientes que já foram tratados com terapia genética, é justamente o que o estudo deseja realizar.

Em casos que a doença voltou no paciente, a baixa densidade do CD 22 foi atribuída aos casos. A descoberta também apontou a importância de uma presença de uma estrutura maciça para que o câncer fiquei sobre controle.

Campanha “Você Tem o Direito de Saber o que Come” recebe o apoio do Inca

Em algum momento você já parou e questionou quais são os alimentos industrializados que fazem parte de sua alimentação? Para responder essa pergunta e outras perguntas relacionadas com a qualidade do que ingerismos, o Inca – Instituto Nacional do Câncer, passou a apoiar a campanha “Você tem o direito de saber o que come”, uma campanha de responsabilidade da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável. Com o objetivo de trazer mais transparência e possibilitar rótulos de produtos alimentícios ultraprocessados com informações corretas e de fácil entendimento, a campanha visa tratar deste assunto muito importante para a saúde dos consumidores e alertar para os males de uma alimentação industrializada.

A Aliança trata-se de uma organização ligada a sociedade civil, que tem como principal objetivo cuidar de questões alimentares e nutricionais que envolvem a segurança da população brasileira.

A campanha aponta para os riscos de uma alimentação com base em alimentos ultraprocessados para a população, principalmente para as crianças. Esses alimentos devem ter o seu consumo extremamente moderados, pois se forem levados como base de uma alimentação diária, representam riscos e se tornam nocivos ao longo dos anos.

Segundo dados da OMS – Organização Mundial da Saúde, os apelos que as campanhas de marketing desses alimentos ultraprocessados, como bolos industrializados, sucos, refrigerantes, salgadinhos, biscoitos, entre outros, junto às mídia corporativa, conseguem influenciar com mais facilidade o público mais jovem, como as crianças e adolescentes. Esse bombardeio de propagandas acabam conquistando muitas pessoas, criando maus hábitos alimentares na sociedade principalmente para as crianças.

Alimentos da categoria ultraprocessados são grandes responsáveis pelo aumento da obesidade no país. A obesidade tem ligação com 13 tipos diferentes de câncer, e está associada com doença cardíaca, diabetes e transtornos mentais. A campanha recebe o apoio do Inca para todo o embasamento científico e no confronto direto a obesidade que o instituto vem promovendo. A campanha também tem embasamento nas recomendações feitas pela OMS e pela OPA – Organização Pan-Americana da Saúde/OMS, que tem o objetivo de promover escolhas alimentares saudáveis.

 

Pesquisa do IBGE revela que a expectativa de vida no Brasil chega aos 75,8 anos

De acordo com pesquisa anual realizada em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média da expectativa de vida dos brasileiros teve um pequeno aumento em relação ao ano anterior, chegando aos 75,8 anos. A entidade destacou que pequenas elevações vêm sendo registradas ao longo da década, aumentando, desde 2006, 3,5 anos.

Levantamentos anteriores efetuados pela entidade apontam que de 1940 até 2016, a esperança de vida no país, em geral, aumentou 30,3 anos, passando de 45,5 para 75,8, respectivamente.

A estatística relativa ao estudo de 2016 mostrou que o estado com a maior longevidade foi Santa Catarina, onde a população, em média, alcança os 79,2 anos de idade, superando em mais de 3 anos a média do país. Distrito Federal, São Paulo e Espírito Santo aparecem na sequência superando os 78 anos.

Em contrapartida, os estados do Amazonas, Alagoas, Piauí, Roraima e Rondônia, que apareceram no fim da lista apresentando menos de 72 anos de vida, foram superados por Maranhão que registrou um pouco mais de 70 anos.

Segundo Fernando Albuquerque, gerente de População e Indicadores Sociais do IBGE, na média da população brasileira consta que as mulheres têm maior propensão à longevidade do que os homens, podendo atingir as idades de 79,4 anos e 72,2 anos, respectivamente. Na realidade, sempre houve, conforme os registros dos dados de pesquisas passadas, certa discrepância entre as idades de mortalidade de homens e mulheres. Albuquerque declara que a diferença pode diminuir, porém sem a possibilidade das idades se igualarem.

Um dado muito interessante e relevante sobre as condições de segurança é o fato de que o Rio de Janeiro, com seu registro de expectativa de vida superando os 76 anos, perdeu o posto de Estado que mais segue lutando contra óbitos não naturais dos jovens. O número de mortes violentas registradas no Rio passou de 37,5% para 16,4%. Já em São Paulo o percentual elevou de 33,1% para 36,5%.